INEB comemora 3 anos de atuação em Bauru

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Neste domingo (25/6), o INEB – Instituto de Nefrologia de Bauru – comemorou três anos de atuação na região. Profissionais, pacientes, familiares e amigos participaram de um café da manhã especial na sede da unidade. Assim como aconteceu no ano passado, Clube das Comadres também participou da comemoração (clique aqui).

Assim como no ano anterior, o que não faltou foi carinho. Um dos diferenciais do INEB é o tratamento humanizado. São cerca de 30 profissionais, entre médicos, enfermeiros e psicólogos, com o objetivo de deixar o tratamento mais tranquilo. E tudo começa com o acolhimento dos quase 60 pacientes. Para fazer parte do quadro de funcionários, é preciso ter equilíbrio entre excelente conhecimento técnico e ampla capacidade emocional para acolher e conviver da melhor forma com os pacientes.

Quando isso está incorporado na rotina, é na confraternização que percebemos que existe muito amor plantado naquele ambiente. Cada paciente que chegava era recebido com muitos sorrisos, abraços e palavras de carinho. Todos se sentiram à vontade: comeram, beberam, falaram de amenidades e por instantes esqueceram que estavam na sala onde fazem hemodiálise. No final, ainda levaram para casa uma lembrança de um dia tão especial.

INEB comemora 3 anos de atuação em Bauru - Clube das Comadres1
Confraternização na manhã de domingo regada a amor, carinho e muita emoção. Fotos Divulgação

INEB prioriza o acolhimento do paciente

Aniela Pivotto, administradora e responsável técnica do INEB, estava emocionada com o sucesso da festa de comemoração do instituto. “É uma vitória diária. Enfrentamos muitas barreiras de aceitação no início. Nós não desistamos. A gente riu junto. A gente chorou junto. A gente batalhou junto. Deus vem colocando pessoas maravilhosas no nosso caminho. São profissionais com muito amor pelos pacientes”, disse ao Clube das Comadres.

Segundo ela, os profissionais que querem trabalhar no INEB passam por um treinamento intensivo de 10 dias. “Não adianta ser 100% técnico bom. Precisa ter receptividade, acolhimento e empatia pelo paciente. Cada dia o paciente chega de um jeito e temos que saber lidar. Tem que respeitar o momento em que ele está cansado da vida, do tratamento, de todos os obstáculos que ele tem. Temos que ter esse equilíbrio. O psicológico e o emocional do funcionário são tão importantes quanto ser bom tecnicamente. Lógico que prezamos pela qualidade técnica. Mas ele tem que ser meio a meio: bom tecnicamente e bom emocionalmente”, garantiu.

A orientação sempre é: receba sempre muito bem o paciente. “Da maneira que você recebe ele a hora que chega, é como vai se sentir. Sempre chamar pelo nome, ouvir o que tem para te dizer, colocar com carinho na cadeira. Isso é uma tarefa diária. Temos uma sintonia muito grande. Oferecemos transporte aos pacientes. Às vezes, o motorista ouve algo no trajeto. Ele chega conta para a enfermeira, que faz o link com a psicóloga, que faz uma abordagem correta. Abordar de acordo com o que ele precisa naquele dia”, finalizou.

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Convidados saíram do INEB com uma lembrança do acolhimento e carinho encontrados por lá.
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